Friday, April 10, 2009

IN Porto


Miguel (guitarra/voz), Virgilio (bateria), Duarte (voz/guitarra), Gil (teclas), Ângelo (baixo/voz)

Os IN estiveram, ontem, na Fnac de Sta Catarina, para promover o álbum de estreia homónimo.
O local é já conhecido pela estreia de muitas bandas, não obstante às veteranas da música nacional e internacional que por lá passaram. Os IN já começam a ser conhecidos por entre algum público, mas querem mostrar ao país o que é «que está dentro» da música.
Nascidos em 2003, a banda de Braga luta pela concretização de um sonho comum que une cinco rapazes numa mesma linha de fusão musical. Na Fnac, uma actuação em showcase acabou por revelar um som diferente daquele que podemos encontrar no disco. Uma sonoridade de puro rock, composta por todos os membros, que marcam músicas como “Deixaste-me tentar” e “Se já não queres saber de mim” duas das músicas mais conhecidas. Duarte conseguiu revelar um pouco da energia que eles têm para passar ao percorrer o espaço do fórum fnac e tocar.

IN é um nome que veio para ficar na música nacional e a certeza de que se começam a afirmar está à vista desde a “primeira vez”.

Anabela da Silva Maganinho

Wednesday, April 8, 2009

Jornada de futsal

O próximo sábado vai ser dia de confronto para a Taça de Portugal entre Belenenses e Olivais. Em semana de paragem no campeonato, o Pavilhão Acácio Rosa, no Restelo, vai receber a primeira mão de uma das meias-finais da Taça que vai opor dois clubes lisboetas. Depois de ter vencido os Onze Unidos por 6-4 o Belenenses não vai querer deixar que a passagem se resolva na segunda mão. Por sua vez o Olivais vem de uma derrota no campeonato e com a tarefa dificultada para os play-offs visa encontrar um lugar na final da Taça e para isso terá de ultrapassar o Belenenses. Lembro que no último jogo da Taça, o Olivais saiu vencedor, com larga margem (6-1), do encontro com o Nogueiró, em Braga. Relativamente à outra meia-final a Académica está à espera ainda do adversário que só será encontrado após a decisão do Conselho de Justiça. A primeira mão do Belenenses-Olivais realiza-se, então, já este sábado pelas 16h, estando a segunda mão marcada para 25 do corrente.


Anabela da Silva Maganinho

Monday, April 6, 2009

A palma e a mão de João Pedro Pais


João Pedro Pais regressa ao Porto para promover o seu mais recente álbum “A palma e a mão”. Depois da actuação como contributo para mais um aniversário da Rádio Festival, João Pedro dirigiu-se para a Fnac do Norteshopping para um showcase em formato acústico, algo bastante distinto daquilo a que estamos habituados a ouvir.

Um ambiente intimista perante canções ensaiadas, embora expostas sob o improviso, como referiu o músico aquando da performance.
Singles deste novo registo, das quais podemos destacar “Volto Já”, à mistura com temas que eclodiram como verdadeiros sucessos de que são exemplo “Mentira” e “Nada de nada” fizeram o composto ao vivo de guitarras e piano num recinto repleto.

João Pedro falou-nos um pouco acerca desta actuação em Matosinhos, algo que já não acontecia há alguns anos, descreve-nos este novo álbum e revela quais os próximos passos a dar no percurso da música nacional.

Anabela (A) – Qual é o balanço que fazes desta actuação na Fnac que marca o teu regresso ao Norte, nomeadamente a Matosinhos? Penso que já cá não vinhas há algum tempo…
João Pedro Pais (JPP) –
Há muito tempo. É a segunda vez que actuamos no Norteshopping. Foi muito giro. Trouxemos uma nova roupagem musical em trio com as canções novas. Estas músicas estão tocadas de maneira diferente da dos discos, mas agradou-me bastante. Gostei muito mesmo.

A – Para quem ainda não conhece este novo álbum consegues atribuir-lhe um só adjectivo ou descrevê-lo de uma maneira sucinta?
JPP –
É um álbum com textos novos, com músicas novas, com colaborações novas e, inclusive, com um produtor novo: o Mário Barreiro. Conta com um texto do Pedro Abrunhosa, com participações especiais do Zé Pedro, dos Xutos e Pontapés, e do Jorge Palma a tocarem directamente no disco. É um disco novo, com mais maturidade. É um registo natural, com mais evolução musical.

A – E a aceitação por parte do público tem sido a esperada?
JPP –
Sim. A aceitação tem sido boa. A nível de rádios foi muito bom. O “Volto Já” liderou a música portuguesa durante 14 semanas. Esteve muito tempo em primeiro lugar no airplay nacional o que é sinal que as pessoas que ouvem rádio aceitaram a canção.

A – E o que é nos reservas agora? Quais os projectos que tens já em mente?
JPP –
Agora vou fazer os concertos agendados. Vou continuar a escrever canções, as ideias que eu tiver vou colocá-las musicalmente e estou ansioso pelos Coliseus, Porto e Lisboa, em Novembro. É sempre um grande desafio musical.

João Pedro promete continuar a dar-nos música e talento. O artista que nunca pensou poder vir ser cantor tornou-se um fenómeno, aquando do programa televisivo “Chuva de Estrelas” e, hoje, com a carreira consolidada é um dos protagonistas de uma grande paixão musical e de um acompanhamento fiel por parte do público.
“A palma e a mão” vai continuar a andar pela estrada bem perto de si “sempre hoje” e até amanhã “sem perguntar”.

Anabela da Silva Maganinho