Saturday, May 19, 2007

FF com novo álbum

FF na actuação da Festa da Rádio Festival 2006

Fernando Fernandes, mais conhecido como FF, terá previsto o lançamento do novo álbum durante este mês.


O jovem cantor que mostrou o talento na série televisiva "Morangos com Açúcar" regressou ao estúdio para gravar o CD.


Cerca de um ano após FF Live Tour, que o fez arrecadar sucesso e fãs e vender milhares de cópias com o álbum "Eu Aqui".


O cantor promete a continuação de bom trabalho e empenho, pois há sempre alguém a acreditar nele.

Anabela da Silva Maganinho

Thursday, May 17, 2007

Sexta feira para os amantes... da música


Moah - vocalista de Papas da Língua
Os Dzrt e a banda brasileira Papas da Língua marcaram a Queima das Fitas de sexta-feira. A pesar de um público mais reduzido e também reticente às actuações, o dia 11 assinalou uma grande inversão de reacções.
DZRT

O concerto dos DZRT previsto para as 22h teve início cerca de uma horas após o estabelecido. A banda da série "Morangos com Açúcar" entrou em palco pelas 23h com um concerto de 90 minutos que cativou os fãs e uma parte significativa do público. Embora a presença dos quatro rapazes fosse um pouco contestada pelos académicos, por a banda não cumprirem determinados requisitos, os Dzrt obtiveram a atenção dos que por ali oassaram e que ate acabaram por cantarolar as músicas.




Porém, Papas da Língua eram os mais aguardados, porventura de serem uma banda estrangeira e de virem apresentar o mais recente álbum ao vivo. "Eu sei" era o single pelo qual esperava o público.

O momento alto da noite foi quando, pela segunda vez, soaram os acordes de "Eu sei" e Moah chamou ao palco os Anjos. Juntos cantaram a música que integra a banda sonora da novela em exibição "Páginas da Vida".


Anabela da Silva Maganinho

Que dia cheio... de emoções!

João Pereira

Ainda na quinta-feira, mas desta vez recuando para a parte da tarde...





João Pereira e João Vilela proporcionaram, na quinta-feira, em Barcelos, momentos bastantes agradáveis durante a realização de entrevistas a publicar neste blog.


Os dois jogadores do Gil Vicente, que podem estar rumo a outro clube, concederam entrevistas quanto a mim inesquecíveis...


Obrigada João Pereira e João Vilela
João Vilela

Tudo de bom para vocês! Porque vocês merecem o MELHOR!

Recordando os estudantes



Num pequeno à parte, e antes de avançarmos para o resto de quinta e prosseguirmos para sexta-feira... Tivemos a imposição de Insígnias que, apesar de não ter começado da melhor forma (especialmente por determinados comentários ou atitudes impróprias) acabou por até acabar de um modo aprazível. Obrigado Tiago
Depois chegou o cortejo. Os terceiro anistas subiram ao carro da Rua da Restauração ao cimo da Avenida dos Aliados.
Que gandas malukas!
Até à ansiada Queima

Quinta-feira a queimar

Mundo Secreto

Mundo Secreto e Da Weasel abriram a Queima das Fitas de quinta-feira com espectáculos que surpreenderam os presentes no Parque da Cidade do Porto.
Os rapazes de Leça da Palmeira realizaram um concerto extasiante que levou ao rubro os fãs ou simples curiosos que ainda os não conheciam. Confirmaram o talento que prova serem a banda revelação do ano.
O público mostrou-se entusiasmado e a interacção entre o mesmo e a banda concretizou-se na perfeição. O recinto encheu-se mesm antes do término do concerto.
Tal entrada prometia muito em relação ao concerto subsequente a cargo da banda Da Weasel. Contudo, as expectativas não foram superadas. Com um concerto num formato semelhante ao do concerto do ano anterior, a "doninha" deixou pairar o conformismo numa parte significativa de estudantes e visitantes. Com músicas do novo álbum que, não tantos eram os que as conheciam, os Da Weasel apenas conseguiram alguma adesão aquando dos acordes de "Força", "Tás na boa", "Re-Tratamento" ou "Carrossel".
Da Weasel
A noite «sabou Super Rock» prossegui nas tendas do recinto com sonoridades disponíveis para cada gosto.
Anabela da Silva Maganinho

Comunicação de Marca no ISLA Gaia



As Jornadas de Comunicação reuniram comunicadores contemporâneos, nos dias 3 e 4 de Maio, no Instituto Superior de Línguas e Administração (ISLA), de Gaia.
O prof. Artur Villares abriu a sessão do primeiro dia, dirigido à Comunicação Empresarial, que contou, da parte da manhã, com a presença da docente Idília Ramos enquanto moderadora às apresentações de Ana Santiago e, subsequentemente, de João Abreu.
As imagens de marca foram o tema central da abordagem teórica do painel da manhã. Ana Santiago, consultora de Marketing, deixou evidente que podemos encarar a imagem pessoal como circunscrita à identidade e à imagem. Por sua vez, João Abreu analisou as imagens de forma correlacionada com a gestão e estudou “o conceito de imagem em função de um público e de um contexto”, uma vez que “gerir a imagem é gerir a mudança”.
O tema prosseguiu durante a tarde com as apresentações visuais do Dr. Filipe Marques (Academia de Design) e do Prof. Dr. António Azevedo (Prof. Da Universidade do Minho), moderadas pelo Mestre Lopes de Almeida (docente do ISLA).
No dia seguinte, Daniel Catalão, docente do ISLA, moderou o debate entre Mário Augusto (SIC) e Jorge Oliveira (RTPN). Os convidados revelaram as experiências advindas da profissão que exercem e mostraram o “Mediatismo” vivido pelos profissionais da “Televisão”. Efectivamente, mediatismo é “o facto de as pessoas olharem para nós e acharem que somos super-homens, quando na realidade somos pessoas normais”, tal como afirma Jorge Oliveira. O jornalista, que apresenta todas as manhãs o telejornal da RTPN, atenta que “no jornalismo, especialmente na Televisão, há vários perigos”. O que acontece é que se depararam com “pessoas a olharem para a televisão e verem um fenómeno que muitas vezes não corresponde à verdade”.
Jorge Oliveira define a televisão como “um mundo de aparências” e, em concordância com a opinião de Mário Augusto, “tudo é falso, embora a mensagem possa ser verdadeira”. Por outras palavras, Daniel Catalão explicita como “a forma, não raras vezes, tem mais importância do que o conteúdo em si”.
Os dois jornalistas anuem que é da seriedade que deve viver o jornalista para ser bom naquilo que faz e com a consciência em pleno. Mário nunca considera que “as coisas são tão espectaculares como as pessoas dizem”, sendo o segredo para o bom trabalho colocar ao serviço um pouco de prazer e de paixão. Muitas são as pessoas que se encontram “deslumbradas” com o mundo da Televisão e isso “pode ser perigoso pelo facto de, por vezes, se querer mostrar caras novas e dar uma imagem daquilo que elas o não são”, expõe Jorge Oliveira.
Poucos minutos passavam das 15horas quando o último painel se encetava. A analisar a Ética no Jornalismo estiveram presentes Fernando Martins (ex-Provedor do Jornal de Notícias), João Veríssimo (“O Jogo”, ainda que apresente um vasto curriculum na Rádio), Hélder Silva (RTP) e, como moderador, o docente Manuel Teixeira.
Desempenhar o jornalismo com respeito e cingirmo-nos ao “relato dos factos para só depois acrescentar o background que apoie a notícia” é a metodologia que João Veríssimo destaca. Afinal a ética, de acordo com este profissional, é “Nunca sair dos princípios que a nossa consciência determina”.
Fernando Martins vai de encontro com as afirmações proferidas pelo colega de profissão e questiona não só a ética mas, sobretudo, a liberdade, pois “Será que a liberdade é a possibilidade que cada um de nós, enquanto profissionais de comunicação, tem de transmitir tudo aquilo que lhe apetece?”.
A ética é esquecida por uma colossal parte dos jornalistas. Hélder Silva pensa que sob o ponto de vista da ética “não estamos assim tão mal. Há bons e maus profissionais como em todas as profissões”. A honestidade é fulcral e, com base nesse princípio, o pivot da RTP admite que se “cometem atrocidades todos os dias” em qualquer media. A ética pode colocada “no exercício do contraditório” ou “em seguirmos à risca o código deontológico”, mas também “no alinhamento de um jornal”. O porquê de determinada notícia abrir o telejornal ou de ser transmitida de certo modo são questões que suscitam a curiosidade dos demais e ética é que “não precisamos de mostrar pedaços de corpo para provar a violência do acidente”.
Dois dias controversos por questões pertinentes que, apesar de verificadas todos os dias, são interrompidas pelo pouco tempo de pensar que todos temos. A “ética é bom senso”, como afirma Fernando Martins, e o mediatismo “somos” nós que o fazemos “se cumprirmos com a tranquilidade da consciência” e a competência de um bom trabalho definido apenas por uma marca – a personalidade.

Anabela da Silva Maganinho

Saturday, May 5, 2007

Um trabalho recompensado




Desde já apresento as minhas desculpas por não mais ter escrito neste blog. Há quase duas semanas que nem por aqui passava e a razão é significativa. Estive a organizar as Jornadas da Comunicação (Social) do ISLA o que me levou muito tempo. Felizmente, na minha opinião tudo correu lindamente e as presenças foram de facto de peso. Agradeço a todos! Obrigada por terem comparecido:


Mário Augusto


Daniel Catalão


Jorge Oliveira




João Veríssimo


Manuel Teixeira


Fernando Martins


E Helder Silva
Não obstante, ao professor Villares e à D. Rosalina




OBRIGADA